Os grandes banqueiros alemães no século XVI

 

O balancete dos Fuggers, em 1546, mostra débitos do imperador alemão, da cidade de Antuérpia, dos reis da Inglaterra e Portugal, e da Rainha da Holanda. Seu capital, naquele ano, se elevou a 5 milhões de florins. A História que datasse esse período, não como o reinado do rei Fulano de Tal, mas como a Idade dos Fuggers, estaria muito mais próxima da verdade.

 

Embora os Fuggers constituíssem a casa bancária mais importante da época, havia muitas outras quase tão grandes. A Welser, outra casa bancária alemã, prestou um auxílio a Carlos V de nada menos de 143 mil florins; também ela fazia grandes investimentos em empresas comerciais, minas e terras. A Hochstetter, a Haug e a Imhof realizavam mais ou menos a mesma espécie de negócios comerciais e financeiros.

 

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 16. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980. pp. 103-104.

 

Nota: Não existe qualquer evidência de que os banqueiros Imhof, acima citados, façam parte da nossa família. A transcrição do texto neste site tem por escopo apenas o conhecimento histórico.